terça-feira, 17 de maio de 2011

_a minha bomba atômica (só que sem o atômica)!

Sua maneira mais rude de agir sempre soa como intimidade. Porque é isso que você gosta. Por mais que pudesse chegar lenta e graciosa, como o gato sensível que você é. Você chega e grita: Porra eu quero carinho! E cai em cima como uma felina bem mais feroz que um gato sensível. Sua marca. O carinho é seu!
Você sorri não por sorrir não por estar momentaneamente feliz, você sorri porque é sua condição. Você grita pra brigar e grita pra amar. Você defende com o olhar, o mesmo olhar que sonda suas iscas. Sua suposta falta de sensualidade te faz mais sensual do que pensa. Como eu disse felina.
Sua temperatura é alta e seu relógio corre. Você nunca teve tempo a perder. Você nunca perde tempo, porque seu brilho exala rápido na velocidade do vento que te trás e que te leva pra um lado e pro outro. E seu jeito cigano que até o cosmos conspira pra não te deixar parada em lugar nenhum. Pra que mais pessoas te amem como eu nesse mundo, assim sabe, por te amar?
Bonita você sabe que é. Mais o que não sei se você enxerga é que a beleza te escolheu de uma forma tão singular, que nunca verei semelhante. Em todas as suas saraivadas de hormônios vibrantes e gritantes eu vejo doçura. Em toda sua maturidade eu te enxergo ingênua. Eu consigo te ver menina, eu consigo te ver mulher. É isso que molda sua beleza.
Quando você se sente mais boba é quando é mais graciosa: “Pra mim verde é verde azul é azul”. Como não teria razão? De todas as mulheres que me cercam...  Acredite. Nenhuma admitiria que verde é só verde! Não com tanta graça.
Você é só o que não tem igual, o que explode e faz um bem, que só você consegue.  Uma bomba atômica (só que sem o atômica)!

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